Variação avançada da escleroterapia: o agente é transformado em espuma, aumentando o contato com a parede venosa e a eficácia para varizes de médio e grande calibre.
Mapeamento do sistema venoso para identificar as veias insuficientes.
O agente esclerosante é misturado com ar em técnica estéril.
A espuma é injetada com agulha fina, com ou sem guia de ultrassom.
Meia elástica e curativo. Retorno para avaliação do resultado.
O Dr. Claudinel avalia cada caso individualmente para indicar o melhor tratamento.
Veias entre 2–6mm que não respondem à escleroterapia líquida.
Veias safenas acessórias com insuficiência valvar.
Varizes que retornam após cirurgia anterior.
Alternativa eficaz sem necessidade de sala cirúrgica.
Dor e inchaço por insuficiência venosa de médio grau.
Varizes residuais após tratamento anterior.
A espuma preenche toda a extensão da veia com mais eficiência.
Elimina varizes de médio porte sem cortes ou internação.
Visualização em tempo real para maior segurança.
Alta no mesmo dia do procedimento.
Alternativa de menor custo comparado à cirurgia.
Concentração e volume calculados individualmente.
Na espuma, o agente é misturado com ar, preenchendo a veia com mais eficiência.
Para varizes maiores, ecodoppler pode ser solicitado para planejamento seguro.
Em alguns casos recomenda-se repouso por 24h e meia elástica por alguns dias.
Em geral 1 a 3 sessões, com intervalo de 4 a 8 semanas.
Sim. Técnica com décadas de uso clínico. Complicações são raras.